sábado, 30 de junho de 2007

Fragmentos - Metade

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
E a outra metade um vulcão...
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.


ps: metade é amor, a outra metade é sandice pura!

meu mundinho

Por hora não estou a fim de escrever sobre o meu dia nem meus sentimentos, estou simplesmente de saco cheio.